GUERREIRAS: Mulheres Indígenas na cidade-Mulheres Indígenas da aldeia

GUERREIRAS: Mulheres Indígenas na cidade-Mulheres Indígenas da aldeia

R$80,00

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O Livro Guerreiras é um espaço de diálogo e oralidade, ainda que as palavras estejam escritas; são as vozes dessas mulheres que perpassam o sentido da visão e chegam aos ouvidos.

No livro, a realidade das mulheres indígenas que se encontram em contexto urbano e na aldeia, suas conquistas, desafios e alegrias. A pesquisa e o processo de realização das entrevistas tiveram a duração de nove meses. A edição e entrecruzamentos de informações, cinco meses. As informações sobre as etnias priorizaram a oralidade e a memória, amparada por bibliografia específica.

Na arte da escrita, organiza-se o pensamento, mas, a alma de cada mulher presente trouxe vida a esta obra. São mulheres que representam outras mulheres. Milhares de mulheres.

Anambé,  Aruaque-  (conjunto étnico da Amazônia), Guajajara, Guarani, Kayapó, Kariri, Krikati- Potira, Maraguá, Potiguara, Puri e Xavante. São onze etnias e treze mulheres, de regiões e estados diferentes, formas culturais distintas, idiomas, histórias, mas tendo em comum a mesma luta e a mesma essência.

Somos Guerreiras. Não por estimularmos a guerra ou os conflitos, mas por defendermos os nossos, as nossas memórias, a ancestralidade e a nossa própria vida.

A autora

Product Description

A mulher indígena precisa ser ouvida e reconhecida. As mulheres indígenas são as protagonistas da história de nosso país, como mantenedoras de sabedoria, artesãs e guardiãs do idioma. Para os povos originários brasileiros, a mulher tem a função primordial de preservar sua cultura.    Por meio das entrevistas, na escuta das percepções e sentimentos, reconstruímos os fatos (memórias) e registramos as peculiaridades da etnia da qual fazem parte.

O registro dos saberes dos Povos Originários marca a presença de uma etnia e sua história. A ideia de iniciar os escritos sobre mulheres indígenas começou há muito tempo, com a minha mãe.  Eu a ouvia e a ouço. E, em determinado momento, comecei a gravar sua oralidade. Foi meu primeiro registro e contato com a História Oral.  A necessidade de trazer as memórias dela à vida impulsionou a escrita do livro Guerreiras.

P116    Pachamama, Aline Rochedo

Guerreiras = M’baima miliguapy : mulheres indígenas na cidade. Mulheres indígenas na aldeia / Aline Rochedo Pachamama. – Rio de Janeiro : Pachamama, 2018.

180 p. ; 22×22 cm.

ISBN 978-85-5634-019-1

  1. Indígenas – Brasil – História. 2. Mulheres da cidade. 3. Mulheres em aldeias. 4. Povos indígenas – Cultura. I. Título. II. M’baima miliguapy.

Additional Information

Peso 0.700 kg
Dimensões 22 × 22 cm

2 reviews for GUERREIRAS: Mulheres Indígenas na cidade-Mulheres Indígenas da aldeia

  1. Avaliação 5 de 5

    ANA CARLA FERREIRA DOS SANTOS

    Pela minha leitura de Guerreiras, quero agradecer a autora por partilhar a sabedoria dessas mulheres, é muito lindo, rico, único. Me sinto privilegiada em ter acesso a esse material. De alguma forma é como se ele tivesse sido escrito para mim, me descubro mais indígena com o conhecimento dessas falas. É bom se descobrir no outro, no que temos de igual e diferente.

    Achei muito bonito o seu cuidado com a formatação, algo bem cabível para a apresentação de cada uma, facilita para o nosso entendimento da mulher, da indígena, de sua etnia. O idioma transmite quem somos, perpetua-nos. Se ele se perde a oralidade vai junto, vira uma escrita sem escrita, texto sem leitor. A leitura nos fortalece como mulheres e seres para mudar o mundo.

    • Aline Rochedo Pachamama

      Aline Rochedo Pachamama

      Gratidão Tsatêh. Tatak Poteh,

  2. Avaliação 5 de 5

    ANA CARLA FERREIRA DOS SANTOS

    Obrigada por partilhar a sabedoria dessas mulheres, é muito lindo, rico, único. Me sinto privilegiada em ter acesso a esse material. De alguma forma é como se ele tivesse sido escrito para mim, me descubro mais indígena com o conhecimento dessas falas. É bom se descobrir no outro, no que temos de igual e diferente.

    Achei muito bonito o seu cuidado com a formatação do livro Guerreiras, algo bem cabível para a apresentação de cada uma, facilita para o nosso entendimento da mulher, da indígena, de sua etnia. O idioma transmite quem somos, perpetua-nos. Se ele se perde a oralidade vai junto, vira uma escrita sem escrita, texto sem leito

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