Catálogo

  • O livro é o desdobramento da tese de doutorado, cujo título “Da caverna ao shopping: caminho para a modernidade” pretendia pensar o tempo, inspirado na “alegoria da caverna”, de Platão, reinventada por José Saramago, em seu romance “A caverna”, a partir de conceitos de narrativa, romance e alegoria. A obra apresenta uma investigação que aprofunda  a reflexão sobre uma alegoria – a da caverna – que se perpetua no tempo com formas de narração também diferentes e repartidas, mas de diferenças que se impõem não só pela subjetividade dos narradores, mas fundamentalmente pelo tempo que as distancia. Por ele lemos a possibilidade de estarmos frente aos nossos mais profundos “eus”. Aqueles vários de nós presos às cavernas dos muitos ciclos de nossas vidas. E como precisam ser tocados, sensibilizados e até provocados. Uma leitura belíssima.
  • O problema da erosão pode ser considerado um dos mais graves na manutenção e pavimentação de estradas e rodovias. A obra do Geógrafo Emerson Dias da Silva,  chama a nossa atenção para a relevância do conhecimento sobre os mais diversos problemas causados pelo surgimento e expansão de voçorocas em estradas, além de assinalar os sérios impactos ambientais que se deflagram a partir da origem desta forma erosiva.
  • D541   Dias, Rosa Crônicas de uma testemunha de seu tempo / Rosa Dias. – Rio de Janeiro : Pachamama, 2017. 99 p. ; 14x21 cm. ISBN 978-85-5634-014-6  
    1. Ficção brasileira. 2. Crônicas brasileiras. 3. Crônicas – Brasil – Século XXI. I. Título.
    CDD B869.
  • “Diálogos com historiadores da Amazônia” é, por definição, uma troca de ideias entre universos contidos nesse imenso país, entre “Brasis” que pouco conversam entre si. E nada mais importante à história que dar voz à alteridade e visibilidade ao universo amazônico, com todas as suas particularidades. Os autores, historiadores e nortistas, são os agentes construtores fundamentais dessas pontes entre a história regional e nacional, entre a memória afetiva individual e a memória coletiva. Dar voz aos historiadores da Amazônia é possibilitar a emersão de visões e vivências amazônicas, com suas cores, cheiros e sabores próprios. Seus estudos trazem em si a marca de uma cultura, referências vivas das cidades e lugares a que pertencem. Dar voz aos historiadores da Amazônia é possibilitar a emersão de visões e vivências amazônicas, com suas cores, cheiros e sabores próprios.
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    Jorge Folena, por meio do historicismo, faz uma análise do comportamento político-ideológico do Poder Judiciário ao longo dos períodos moderno e pós-moderno. O Poder Judiciário, tal e qual as forças militares e a burocracia, é uma instituição do antigo regime feudal, que transpôs as estruturas do estado liberal moderno e a elas se adaptou e, por isso, costuma apresentar uma atuação preponderantemente preservacionista da ordem patrimonial.
  • O Livro Guerreiras é um espaço de diálogo e oralidade, ainda que as palavras estejam escritas; são as vozes dessas mulheres que perpassam o sentido da visão e chegam aos ouvidos.

    No livro, a realidade das mulheres indígenas que se encontram em contexto urbano e na aldeia, suas conquistas, desafios e alegrias. A pesquisa e o processo de realização das entrevistas tiveram a duração de nove meses. A edição e entrecruzamentos de informações, cinco meses. As informações sobre as etnias priorizaram a oralidade e a memória, amparada por bibliografia específica.

    Na arte da escrita, organiza-se o pensamento, mas, a alma de cada mulher presente trouxe vida a esta obra. São mulheres que representam outras mulheres. Milhares de mulheres. Anambé,  Aruaque-  (conjunto étnico da Amazônia), Guajajara, Guarani, Kayapó, Kariri, Krikati- Potira, Maraguá, Potiguara, Puri e Xavante. São onze etnias e treze mulheres, de regiões e estados diferentes, formas culturais distintas, idiomas, histórias, mas tendo em comum a mesma luta e a mesma essência. Somos Guerreiras. Não por estimularmos a guerra ou os conflitos, mas por defendermos os nossos, as nossas memórias, a ancestralidade e a nossa própria vida. A autora
  • O livro traduz , através da poesia, um olhar que não é apenas da autora, mas de muitos que ao longo da história foram silenciados por processos excludentes que infelizmente ocorrem até hoje. Como nos ensinou o mestre Paulo Freire, “Educação é política” e nós enquanto cidadãos precisamos compreender isso . Sem consciência histórica não há nação que avance, porém ainda nos dias atuais nem todas as culturas são representadas ou valorizadas pela sociedade , inclusive no “chão” da escola. Santos, Mônica dos Indagações : olhares de uma mulher negra / Mônica dos Santos. – Rio de Janeiro : Pachamama, 2017. 75 p. ; 14x21 cm. ISBN 978-85-5634-017-7
    1. Poesia brasileira. 2. Poesia – Século XXI – Brasil. I. Título.
  • Convidamos a Orientação Vocacional/Profissional a contar sua história. Descobrimos nas entrelinhas vozes dissidentes: especialistas, jovens promissores, estudantes fracassados, vagabundos,  doutores subempregados. Diferentes modos de sobreviver na corda bamba do tempo presente afrontam o discurso hegemônico da história única. Esses personagens já não aguentam se calar e fazer o previsto: rasgaram seus papéis vocacionais. O livro - fruto de uma dissertação desenvolvida no Mestrado em Psicologia da UFF - traz reflexões urgentes sobre sonho e sobrevivência no cenário atual de ininterrupta produção de miséria, bodes expiatórios e exemplos de superação. Propõe a partir de experiências concretas, outros modos de intervir na trama das escolhas profissionais e de vida, especialmente da juventude.
  •   Pela energia Revolucionaria da Poesia e pela  força que as palavras de vida expressam, o autor  conseguiu realizar uma surpreendente reversão. Depois de diversas obras lançadas na Alemanha, onde reside, em “Livres e Ávidos Sentidos”, José Leal encontra a encantadora e bem humorada fonte da Energia Revolucionária da Poesia submersa em suas sequelas. Nesta obra o poeta encontra o antídoto para superar as marcas no mesmo corpo atingido pelas torturas do arbítrio e, assim, os sentidos se manifestam livres.
  • MATUTANDO

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    Gente é feita de coisa vivida. Gente é coisa sonhada. A palavra quando dorme é acordada ainda com o gosto dos sóis que campeiam a infância, esse bauzinho onde guardamos o que temos de melhor, como diz um Manoel poeta. Minha vó, sem as diabruras lógicas do falar empolado das gentes letradas, ao falar, encantava o miúdo ao seu pé, pois os causos contados enchiam meus poucos anos da fantasia necessária pra desengravatar a vida. Minha vó lá do interior do mato, toquinho de gente, chorava, ria, endoidecia, rangia os dentes e se acalmava ao matutar. Mostrou-me desde sempre o que podem as palavras: não dizem das coisas, mas com elas atravessam o tempo desmontando os séculos, embaralhando as ordens medidas, sem gênesis e apocalipse. Já feito homem tirei papel de historiador, diploma na parede e dedo em riste, enredei a alma com toxinas acadêmicas, mas aos pouquinhos reaprendo a dizer com os ouvidos abertos ao comum do povo que fala em poesia.. Não pensa, matuta.

  • Livro Série Encantamentos destinado ao público Infanto-Juvenil. Título: Os Olhos da Bruxa Sub-Título: The Harridan Town (Porque é o nome da série.) Nome do autor: Mayra S. M. Kemmer Estudante de Letras, pela UNIGRANRIO, bailarina, Kpopper, dentre outras milhares de atividades, e cursos profissionalizantes, que essa menina, de apenas 23 anos, acumulou nesse pouco tempo de vida. Amante de livros como Harry Potter, Academia de Vampiros, Orgulho e Preconceito, HQs, e outros, e também de séries, animes e doramas. Começou a escrever com 17 anos em fóruns de RPG e lá fez grandes amizades que a apoiaram quando resolveu escrever seu primeiro livro, Os Olhos da Bruxa.
  • Aline Rochedo Pachamama, da etnia Puri, através da poesia, desenha sua percepção de vida e atuação em seu tempo. além de apresentar a proposta da Pachamama Editora: Acredito na palavra. Na formidável força impregnada em cada uma delas. E, por isso, escrevo. Escrevo para chegar a lugares inimagináveis. Escrevo para te encontrar.  Escrevo para levar afeto e um abraço. Escrevo para fazer sorrir. Escrevo para nos sensibilizar a olhar o entorno. Escrevo porque transbordo em gratidão por escrever.  Escrevo porque a palavra alimenta e sacia sedes. Escrevo porque a palavra desenha horizontes, possibilidades. Escrevo para deixar histórias, lembranças, saudade. Escrevo por ser minha necessidade e meu deleite. Escrevo para mim. Escrevo para você. Escrevo porque acredito no encanto que a palavra causa a quem lê.  Escrevo porque o mundo se tornará melhor quando as palavras emanarem amor.